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AMAL contesta prolongamento da licença para pesquisa de petróleo

Municípios do Algarve contra propeção de petróleo e gás natural.

 

Vidreira Louletano

Infiltração Zero

Aqui fica, na íntegra, o comunicado de imprensa da AMAL:

 

«Oposição ao prolongamento da licença para a pesquisa de petróleo

 

Municípios do Algarve contra propeção de petróleo e gás natural

 

Desde 2005 que a AMAL, como comunidade dos Municípios do Algarve, procura defender com firmeza o genuíno interesse da Região do Algarve, opondo-se à pretensão de prospeção e eventual exploração de petróleo e de gás natural em terra e em mar.

Fundados numa vocação, natural e económica, que colocou a Região do Algarve na liderança do pulsar do turismo nacional como motor do crescimento económico que se regista em Portugal;

Fundados também no esforço desenvolvido pelos algarvios, pelos agentes económicos e pelas autarquias locais para a valorização da diversificação, da qualificação e da sustentabilidade das ofertas turísticas;

Fundados ainda no direito a um futuro sustentável, que tenha em conta os valores ambientais e a biodiversidade presentes no nosso território, que compatibilize a ação humana com a natureza, que valorize a sustentabilidade das opções e que não amplie os riscos já existentes com as alterações climáticas, a desertificação e as dinâmicas internacionais;

A AMAL, como entidade regional, reafirma a unânime e frontal oposição ao prolongamento por mais um ano da licença para a pesquisa de petróleo ao largo da Costa Vicentina.

É uma decisão incompreensível à luz do potencial e do modelo de desenvolvimento que queremos para a Região do Algarve, como região limpa e com uso das energias renováveis.

É uma decisão incoerente com o modelo de organização e de gestão do território que o Estado português tem imposto na orça costeira, quer nas fortes limitações ambientais, quer nas requalificações dos diversos espaços da costa.

É uma decisão que, fazendo perdurar no tempo um lamentável processo iniciado nas costas dos algarvios, das comunidades e das autarquias locais, redobra a nossa responsabilidade como defensores do interesse regional.

A AMAL continuará focada na construção do futuro, ao lado dos algarvios, das comunidades e das Autarquias Locais no combate a esta ameaça do passado que teima em pairar sobre o nosso presente e sobre a construção de um horizonte de esperança com ainda mais e melhores condições de vida na Região do Algarve.

A AMAL exige que o Governo de Portugal, em sintonia com a ambição do seu programa de governo nas questões energéticas e de desenvolvimento do território, no respeito pela reafirmação dos valores ambientais e da utilização de energias renováveis em detrimento das energias fósseis e em convergência com a relevância da importância da Região em Portugal e no Mundo, elimine definitivamente esta ameaça, desde logo, através da adequada avaliação dos riscos ambientais em todas as fases da licença agora prolongada.

A AMAL continuará a arrogar-se o direito e o dever de prosseguir todas as formas legais para contrariar este processo desprovido de sentido de futuro, potencialmente lesivo da qualidade de vida dos algarvios, todos os que nos visitam e de economia da região.

 

Pelos Algarvios, pelo Algarve, dizemos NÃO a este caminho.

 

O presidente do Conselho Intermunicipal

Jorge Botelho»

 

Ademar Dias

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