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Bloco quer juntar forças em defesa do SNS

Em Faro, na próxima sexta-feira, dia 16 de março, tem lugar a sessão pública “Refundar o Serviço Nacional de Saúde - público e gratuito”.

 

Vidreira Louletano

Infiltração Zero

Na próxima sexta-feira, dia 16 de março, tem lugar a sessão pública “Refundar o Serviço Nacional de Saúde - público e gratuito”, iniciativa que conta com as participações de Moisés Ferreira e João Vasconcelos, deputados do Bloco de Esquerda, Guadalupe Simões, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, Aníbal Coutinho, médico e chefe do departamento cirúrgico do Centro Hospital do Algarve (CHUA), José Moreira, médico na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Loulé, e Eurico Gomes, diretor clínico na Clínica de diabetes e doenças metabólicas do Algarve da Associação para o Estudo da Diabetes Mellitus e Apoio ao Diabético do Algarve (A.E.D.M.A.D.A.), chefe de serviço de medicina interna e coordenador da unidade de diabetologia do Hospital Distrital de Faro aposentado em 2005. A sessão, organizada pela estrutura distrital do Bloco em colaboração com o seu Grupo Parlamentar, e no âmbito do “Roteiro em Defesa do SNS”, realiza-se em Faro, no Instituto Português do Desporto e da Juventude (Rua da PSP), a partir das 21 horas.

O “Roteiro em Defesa do SNS” é a proposta do Bloco de Esquerda para juntar forças em defesa do Serviço Nacional de Saúde. A primeira ação teve lugar no dia 23 de fevereiro, em Santa Maria da Feira, e que contou com a participação de Catarina Martins, e terminará no dia 14 de abril, numa conferência nacional em Lisboa. Até esta data, dirigentes e deputados do partido irão percorrer o país, visitando as unidades de saúde, ouvindo os utentes e os profissionais, e divulgando as suas propostas para um melhor SNS.

Na sessão de abertura deste périplo, Catarina Martins afirmou que o Governo do PS tem mantido “a subordinação dos serviços públicos às metas do défice” e o “subfinanciamento crónico” do SNS por “não ter coragem de atacar os negócios privados e os interesses instalados na Saúde”, permitindo “a fuga de milhares de milhões de euros do orçamento do SNS diretamente para os bolsos dos privados”.

O Bloco critica o facto de a despesa com as PPP continuarem a subir e de a opção governamental ser a renovação das parcerias ruinosas. De subsistir a falta de profissionais, “mas os concursos para contratação de médicos recém especialistas atrasam-se durante meses”. Apesar dos equipamentos estarem obsoletos, não haver investimento capaz de repor a capacidade de resposta do SNS. Finalmente, mas não menos importante, o facto dos hospitais terem dificuldade em responder a picos de procura, mas em que “o Governo não autoriza a contratação de mais pessoal”.

O Bloco defende outra orientação para a política de saúde, com um caminho de investimento e de reforço do SNS, de valorização dos profissionais de saúde e de melhoramento da qualidade dos cuidados prestados à população.

O partido tem apresentado inúmeras propostas neste sentido e levará a debate a revisão da Lei de Bases, para uma verdadeira separação entre o público e o privado e para romper com o negócio instituído em que o dinheiro público financia o privado à custa do Orçamento do SNS.

O Serviço Nacional de Saúde é uma das conquistas mais estruturantes da sociedade portuguesa e precisa de uma mobilização social em sua defesa.

 

Ademar Dias

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