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Estudantes portugueses aderem menos ao intercâmbio

Em causa estão programas de mobilidade como o Erasmus+, que apoia alunos europeus a passar uma temporada a estudar fora do seu país.

 

Vidreira Louletano

Infiltração Zero

Portugal foi, em 2017, o 10.º país da União Europeia (UE) com menor percentagem de alunos de ensino superior acolhidos em intercâmbio, face à totalidade de estudantes, apesar do aumento relativamente ao ano anterior.

Segundo dados divulgados pelo Eurostat, o gabinete de estatísticas da UE, a percentagem de estudantes de ensino superior em mobilidade em Portugal (face à totalidade) passou de 5,8% em 2016 para 6,4% no ano seguinte.

Ainda assim, Portugal era, em 2017, o 10.º país da UE com menor representatividade destes intercâmbios, que incluem estudantes vindos de dentro ou de fora da UE em graus de licenciatura e de mestrado.

Por seu lado, o Estado-membro com menor representatividade destes alunos em mobilidade no seu sistema foi a Croácia (2,9%), seguido de Espanha (3,2%), Grécia (3,4%), Eslovénia (3,9%) e Polónia (4,1%).

Em sentido inverso, o país com maior peso de estudantes de intercâmbio face à totalidade foi o Luxemburgo (46,7%), seguindo-se o Chipre (23,1%), Áustria (17,2%), República Checa (12,5%) e Holanda (11%).

Ao todo, entre 2013 e 2017, a mobilidade de estudantes na UE aumentou 22%, para um total de 1,7 milhões de alunos do ensino superior abrangidos.

Nesta publicação, não são divulgados dados para o Reino Unido.

Em causa estão programas de mobilidade como o Erasmus+, que apoia alunos europeus a passar uma temporada a estudar fora do seu país.

 

Ademar Dias

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