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Há mais vítimas de acidentes rodoviários a morrer nos hospitais

A diferença entre as mortes no local e as ocorridas nos 30 dias seguintes atingiu, no ano passado, o valor mais alto da década.

 

Vidreira Louletano

Infiltração Zero

As estradas portuguesas estão cada vez mais perigosas. Os dados mostram que há menos óbitos declarados no local do acidente ou a caminho do hospital, mas há mais vítimas a morrer nos 30 dias seguintes.

No ano passado, a diferença entre as mortes no local e as ocorridas nos 30 dias seguintes atingiu o valor mais alto da década: um aumento de 167 vítimas (32,9%).

Em 2018 morreram em consequência de acidentes 675 pessoas, mais 73 do que em 2017, o valor mais alto desde 2012.

É que às 508 vítimas que perderam a vida no local, somam-se aquelas que morreram nos 30 dias seguintes.

As pessoas com 65 anos ou mais constituem a maioria das vítimas, quer no local do acidente como daquelas que acabam por falecer durante o mês seguinte.  

 

Ademar Dias

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