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Mais de 50% dos profissionais no desemprego rejeitam ofertas por causa do salário oferecido

50% dos motivos do desemprego são por causa do término dos contratos e reestruturação nas empresas. 36% dos inquiridos encontravam-se desempregados há menos de 3 meses. 53% dos profissionais desempregados afirmam que rejeitaram ofertas porque salário oferecido não era suficiente. 14% escolheria a área de Tecnologias da Informação, se pudessem investir numa área de formação diferente da atual.

 

Vidreira Louletano

Infiltração Zero

A Hays, grupo líder mundial em recrutamento de profissionais qualificados, revela no Guia do Mercado 2020 que o perfil do profissional qualificado que se encontra no desemprego, em Portugal, tem-se mantido constante ao longo dos últimos anos, quer a nível de idades, quer a nível de género.

A maioria dos profissionais encontram-se na faixa etária entre os 41 e os 50 anos (61%). Em relação ao mercado de trabalho, as principais áreas de atuação dos profissionais qualificados no desemprego são de Engenharia (14%), de Comercial/Vendas (11%) e de Contabilidade e Finanças (11%).

Sandrine Veríssimo, Regional Director da Hays: comenta “O término dos contratos e as reestruturações nas empresas, representam 50% dos motivos do desemprego, em Portugal. Os restantes motivos predem-se por questões relacionadas com o despedimento por parte do profissional e falência ou encerramento da entidade empregadora”.

Segundo os resultados do Guia do Mercado Laboral 2020, em 2019, 36% dos inquiridos encontravam-se desempregados há menos de 3 meses e apenas 19% estavam desempregados há mais de 2 anos. No entanto, e de acordo com os resultados reunidos, apenas 16% dos desempregados inquiridos procuram, ativamente, emprego há mais de 2 anos, em contraste com os 58% de inquiridos que estão à procura de emprego há 1 ano, ou menos.

Por outro lado, 42% dos profissionais desempregados inquiridos afirmam ter rejeitado ofertas de emprego, sendo que 55% dos mesmos assumem que a oferta salarial é o principal motivo para a recusa de um novo desafio. Os restantes motivos são porque a oferta não se adequava à experiencia ou área de formação do profissional (36%), as condições contratuais na eram as pretendidas (34%), o projeto não era interessante (30%), os horários não eram os pretendidos (13%), a oferta era noutra cidade/região do país (10%), a empresa tinha má reputação no mercado (8%), a oferta era para o estrangeiro (5%), outros motivos (7%).

Da totalidade dos inquiridos, 32% considera ter vontade em emigrar em 2020, mas apenas 37% encontram-se, de facto, disponíveis para abraçar uma oportunidade de emprego no estrangeiro. Entre os destinos de eleição fora do país, Espanha e Reino Unido apresentam uma percentagem de 46% e 36%, respetivamente, sendo os destinos mais escolhidos pelos inquiridos. Em Portugal, 58% dos profissionais têm disponibilidade para trabalhar no distrito onde vivem e 38% em todo o território nacional.

Por fim, se estes profissionais pudessem investir numa área de formação diferente da atual, verifica-se que 14% escolheria a área de Tecnologias da Informação, seguido da área de Turismo & Lazer/Restauração e de Marketing e Comunicação, ambas as áreas com 9%, refletindo assim uma clara perceção do mercado atual em conformidade com o forte crescimento destas áreas, por parte do inquirido.

 

Ademar Dias

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