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Público dos museus diz-se satisfeito com visita menos com informação

O público dos museus nacionais diz estar de forma global satisfeito com as visitas, sobretudo nas exposições, acolhimento, e arquitetura, mas menos satisfeito na informação disponível e atividades educativas, revela o Estudo de Públicos de Museus Nacionais (EPMN) de 2015, realizado pela Direção-Geral do Património Cultural em parceria científica com o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa (CIES-IUL).

Vidreira Louletano

Infiltração Zero

O público dos museus nacionais diz estar de forma global satisfeito com as visitas, sobretudo nas exposições, acolhimento, e arquitetura, mas menos satisfeito na informação disponível e atividades educativas, revela o Estudo de Públicos de Museus Nacionais (EPMN) de 2015, realizado pela Direção-Geral do Património Cultural em parceria científica com o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa (CIES-IUL).

Na área da avaliação dos 14 museus nacionais do país onde o público foi inquirido, a avaliação do museu e da experiência de visita é globalmente positiva, em particular entre os públicos nacionais.

No questionário realizado por computador, os visitantes foram convidados a avaliar os suportes informativos, as instalações, os serviços e as atividades.

A avaliação revela que 97% dos que responderam estavam muito satisfeitos/satisfeitos globalmente com a visita, 98% em particular com o acolhimento, 90% com a arquitetura, 89% com a exposição permanente e 88% com a receção e estado de conservação das instalações.

Essa percentagem de satisfação desce no caso das atividades educativas (10%), visitas guiadas e conferências (13%), informação nas redes sociais (18%), biblioteca/centro de documentação (26%), sítio online do museu (conteúdos) (28%), estacionamento próximo (28%), loja (43%), parque/jardim (44%), casas de banho (50%), sinalização externa sobre o museu (50%).

Relativamente às expectativas iniciais quanto aos conteúdos expositivos, o estudo indica que quase metade considera que corresponderam ao esperado (49% portugueses e 46% estrangeiros) ou acima (33% nos portugueses e 31% nos estrangeiros) do esperado.

Mesmo sem grandes diferenças é, ainda assim, entre os estrangeiros que se registam mais posicionamentos negativos (abaixo ou muito abaixo do esperado), mas também o mais positivo (muito acima do esperado), enquanto abaixo do esperado foram 6% portugueses e 8% nos estrangeiros.

Dois por cento - metade estrangeiros e metade portugueses - disseram ter sido muito abaixo do esperado.

Quanto à intenção de regresso ao museu para nova visita nos 12 meses subsequentes, foi manifestada por 37% do público, muito influenciada pela proximidade geográfica e pela nacionalidade: 68% dos nacionais contra 32% dos estrangeiros manifestou essa intenção.

O principal motivo de regresso ao museu é a apresentação de novas exposições (65%), e rever ou completar a visita efetuada (38%), tanto para os nacionais como para os estrangeiros.

A terceira fase do projeto do estudo, segundo a DGCP, está em execução, e consiste no tratamento e análise dos dados recolhidos e na apresentação dos resultados finais globais e de cada museu, e respetiva publicação, até ao fim de 2017.

 

Ademar Dias

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