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Portugueses estão a perder poder de compra

Queda de Portugal no ranking verifica-se com uma descida do 40º para o 57º lugar.

 

Vidreira Louletano

Infiltração Zero

Portugal caiu 17 posições em matéria de poder de compra. Enquanto a maioria das economias crescem, sobretudo na Ásia, Portugal passa da 40ª posição detida no ano 2000 para o 57º lugar em 2023.

A previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI) é feita tendo por base o universo dos 64 países mais desenvolvidos, segundo uma classificação do Produto Interno Bruto ajustado ao poder de compra, divulgada pela Associação das Empresas Familiares.

Esta medida permite fazer comparações válidas do poder de compra entre países com níveis de desenvolvimento, rendimentos e preços muito diferentes. A queda de Portugal só é batida pela Venezuela (cai do 31º para o 63º lugar) e pela Grécia (cai do 39º para o 59º lugar). Pelo contrário, a Indonésia sobe da 13ª para a 6ª posição e o Vietname da 50ª para a 31ª posição.

Em 2014, o presidente da Indonésia Joko Widodo, estabeleceu um objetivo de crescimento anual de 7% para o PIB, e, desde 2017, tem conseguido chegar a 5% ao ano. No Vietname, a Assembleia Nacional aprovou uma meta de 6,8% de crescimento para 2019.

“Em Portugal temos a tradição de não definir metas concretas, para não sermos responsabilizados se elas não se concretizarem. E continuamos ingenuamente a acreditar que se podem obter resultados diferentes prosseguindo as mesmas políticas”, afirmou Peter Villax, Presidente da Associação das Empresas Familiares. “Não é por se tratarem de países distantes que não devemos seguir o exemplo destas nações em crescimento”, acrescentou.

“Portugal, Grécia e Venezuela têm em comum governos com políticas sociais e económicas louváveis para a defesa dos interesses dos trabalhadores, da justiça e da proteção social. Mas nesses três países, essas políticas traduziram-se numa queda do poder de compra para todos, e no caso extremo da Venezuela, pela distribuição da pobreza de forma igual para todos” concluiu.

A Associação das Empresas Familiares defende uma meta ambiciosa para o crescimento anual do PIB de 4%, uma métrica concreta que possa desafiar e juntar o governo, os trabalhadores, os sindicatos e os empresários para alcançar prosperidade, salários dignos e níveis de segurança social sustentados por uma economia vibrante.

Ademar Dias

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