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Tavira: Partilha Alternativa homenageia Fernando Pessoa no programa “Viva a Primavera”

Em Tavira, no âmbito do programa cultural “Viva a Primavera” decorre, nos dias 11, 16 e 27 de maio, pelas 18h30, numa organização da Partilha Alternativa, uma trilogia sobre património poético e musical europeu-português: “Lopes Graça & Pessoa” (dia 11, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos), “A Carta da Corcunda para o Serralheiro” (dia 16, Rua da Galeria) e “Un Soir a Lima” (dia 27, Casa Álvaro de Campos).

 

Vidreira Louletano

Infiltração Zero

Em Tavira, no âmbito do programa cultural “Viva a Primavera” decorre, nos dias 11, 16 e 27 de maio, pelas 18h30, numa organização da Partilha Alternativa, uma trilogia sobre património poético e musical europeu-português: “Lopes Graça & Pessoa” (dia 11, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos), “A Carta da Corcunda para o Serralheiro” (dia 16, Rua da Galeria) e “Un Soir a Lima” (dia 27, Casa Álvaro de Campos).

Três criações de artistas tavirenses, estreadas aquando da Festa dos Anos de Álvaro de Campos 2017, que exploram diferentes facetas do poeta Fernando Pessoa.

Na peça “Lopes Graça & Pessoa”, Josué Nunes acompanha à guitarra o ator Luís Luz, num recital de poemas e reflexões sobre a música e o modernismo na poesia de Fernando Pessoa e de Mário Cesariny.

“A Carta da Corcunda para o Serralheiro” reflete Maria José, a voz feminina que mais se faz ouvir no universo pessoano. É a metáfora da “alma à janela”… A voz feminina da Carta da Corcunda para o Serralheiro, assim mesmo intitulada… A autodiagnosticada “incapacidade para a ação” condena-o a ficar também à janela da vida, como a corcunda da carta, fantasiando amores impossíveis…

Integram esta peça Susana Nunes, Merícia Lucas e Argenis Nunes.

“Un soir a Lima”, protagonizada pelo ator Renato Aires e pelo pianista Marcelo Montes, descreve os serões de que Pessoa tem lembrança, em Durban, África do Sul. Nele o poeta não foi um fingidor... Uma música que ouve na rádio, poucos meses antes de sua morte, leva Fernando Pessoa a um delírio de lembranças fortíssimas da sua adolescência com a família. Serões de paz, num tempo em que sua vida era tão simples... O poema é dito ao som de excertos dos compositores favoritos ou contemporâneos do poeta, da valsa que, em 2016, Marcelo Montes compôs para Álvaro de Campos. Começa com alguns acordes da Ballada nº 1 Op.16 de Vianna da Motta composta em 1905, ano em que Fernando Pessoa retorna de Durban e termina com a peça “Un Soir a Lima” de Félix Godefroid.

 

Ademar Dias

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