Rota do Petisco 2021

46% dos portugueses tencionam viajar este ano

O desejo de viajar está a aumentar. O Barómetro Europeu do Observador Cetelem revela que cerca de 46% dos portugueses tencionam viajar este ano, um aumento de 6 pontos percentuais (p.p.) face às intenções no inquérito intermédio do Barómetro Europeu realizado em 2020 (40%). Ainda assim, este valor é 16 p.p. abaixo das intenções de viagens e lazer pré-covid (62%) para um período de 12 meses.

A nível europeu, são 47% os inquiridos que pretendem viajar nos próximos meses do ano – um aumento também de 6 p.p face a 2020 (mas menos 13 p.p. face a intenções pré-covid). Fazendo um zoom aos países, verifica-se que há países em que quase metade ou mais de metade dos inquiridos pretende viajar este ano. Os austríacos são aqueles que mostram ter mais vontade de viajar (54%), seguindo-se os italianos (52%), os britânicos (51%), os suecos (51%), os búlgaros (50%) e os romenos (49%). Por outro lado, os países onde os cidadãos demonstram menos interesse são a Hungria (34%), a Eslováquia (37%), a Polónia (42%) e Espanha (42%).

Comparando com 2020, a Dinamarca foi o único país em que a percentagem de indivíduos que procuram viajar, não se alterou (44%). Todos os outros países assistiram a um aumento da intenção dos cidadãos em viajar este ano.

 

Intenções de compra para os próximos meses

Além das viagens, existem outro tipo de produtos/serviços que os portugueses tencionam adquirir nos próximos tempos. A seguir às viagens, os eletrodomésticos estão no topo das prioridades de compra para 45% dos portugueses (42% europeus). Seguem-se os Smartphones (35% dos portugueses vs. 38% dos europeus), mobiliário (34% de portugueses vs. 35% de europeus) e, por fim, assinaturas de plataformas de streaming (33% dos portugueses vs. 37% dos europeus).

Entre países europeus verifica-se que são os romenos aqueles com mais apetência para comprar eletrodomésticos (56%) e mobiliário (45%) e os italianos os europeus que mais tencionam comprar assinaturas de plataformas de streaming (55%) e Smartphones (48%).

No fim da lista, estão os equipamentos de vídeo e máquinas fotográficas (13% portugueses vs. 16% europeus); Imobiliário (13% portugueses vs. 15% europeus) e motas ou scooters (8% portugueses vs. 11% dos europeus).

 

Ademar Dias

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